Hidrojateamento, para que serve o caminhão dotado deste equipamento?

O hidrojateamento de uma desentupidora é realizado por caminhão munido de um reservatório de água. Esses caminhões de hidrojateamento podem executar dois tipos de serviços, sendo o primeiro esgotar e o segundo jatear. Esse equipamento é como um aspirador de pó gigante.

É um trabalho realizado por profissionais capacitados e para cada obstrução, são necessários diferentes acessórios.

O caminhão com hidrojateamento realiza um processo de limpeza de galerias de rede de esgoto pluvial, caixas de gordura, poços, áreas inundadas, caixas d’água, caixas de inspeção, canaletas, condensadores, condutores de saída, caldeiras, colunas de destilação, desgaseificação de tanques, desobstrução de dutos, roletes, resfriadores, trocadores de calor, entre outros por meio do jato de água com pressão, que varia entre baixa, alta e ultra-alta.

Os serviços com hidrojateamento são muito utilizados por órgãos públicos, hospitais, frigoríficos, indústrias químicas, têxteis, por exemplo, e hoje também está sendo aproveitado por estabelecimentos comerciais voltados para a prestação de serviços de limpeza de residências, máquinas e veículos.

Para uma desentupidora que atua nesses segmentos, o serviço de hidrojateamento é sinônimo de tecnologia, pelo seu custo elevado.

Esse equipamento não sobrecarrega o técnico e também proporciona segurança e qualidade no resultado da tarefa realizada.

Outros exemplos para aplicação de hidrojateamento são nas indústrias com o objetivo de tratamento de superfícies metálicas, o que acarreta um custo benefício bastante vantajoso. A limpeza é muito mais eficaz, qualificada e moderna, colaborando com o meio ambiente e também é segura para os equipamentos que passam por esse procedimento, que normalmente são de alto custo.

Assim, para limpeza de tanques, caixas de decantação, estações de tratamento e fossas, entre outros, utilizar este tipo de serviço é a forma ideal.

Outra vantagem é que a aplicação do hidrojateamento traz bastante garantia em áreas que a contaminação por partículas diversas não pode acontecer. Em locais com risco de incêndio também se mostra bastante seguro e não causa impactos ambientais.

Quando se utiliza o hidrojateamento para remoção de tintas, borrachas, entre outros materiais, a superfície jateada, não é prejudicada, somente o material aderido é deslocado. Uma outra vantagem é que não é necessária a limpeza posterior da superfície jateada e além disso utiliza-se somente água limpa, sem produtos químicos.

As desentupidoras fazem contratos de manutenção mensal?

Hoje em dia esta cada vez mais usual a prática da contratação mensal feita por empresas ou outros junto as desentupidoras.

Considerando o fato de que limpar fossa, caixa de gordura, entre outras limpezas necessárias e realizadas por empresas do ramo, devem ser feitas com certa freqüência, as desentupidoras fazem contratos mensais com condomínios, empresas, estabelecimentos comerciais, entre outros, assim como algumas manutenções esporádicas também necessitam de um contrato mensal.

Os valores para este serviço de contratação, variam de acordo as necessidades do Contratante, e podem ainda variar de uma empresa para outra. Sugere-se que após constatação dos serviços a serem executados estar solicitando outros orçamentos junto a outras empresas desentupidoras.

Observar sempre, quando contratar esse serviço, a periodicidade do contrato e o que neste esta especificado quanto ao trabalho que será feito mensalmente. Qualquer solicitação da Contratante que não esteja vinculado ao contratado, certamente a empresa desentupidora cobrará como adicional ao valor firmado em contrato.

Prevenir é sempre mais barato, viável e inteligente. Portanto, a manutenção correta evita transtornos futuros.

Contratar esse serviço de manutenção, junto a uma empresa desentupidora, freqüente proporciona tranquilidade, evita desperdício e até mesmo reformas desnecessárias.

Dicas para limpeza de caixa d’água

Uma caixa d’água suja pode ser uma fonte de problemas sérios de saúde. A sujeira aumenta o crescimento de micro-organismos patogênicos, como bactérias e protozoários, causadores, principalmente, de diarréia e outras doenças intestinais. Quando a caixa está descoberta, a situação pode piorar. A luz pode induzir o crescimento de algas, que produzem toxinas e que são capazes causar intoxicações severas. A água em contato com o ambiente é um potencial criadouro de vários mosquitos, inclusive o Aedes aegypti, transmissor da dengue e febre amarela.

Para evitar estes riscos, a limpeza da caixa d’água deve ser feita periodicamente, e sempre seguir alguns cuidados básicos. O intervalo indicado para se efetuar as limpezas é de seis em seis meses. Além disso, algumas dicas podem ajudar na limpeza, tornando-a mais eficaz e adequada.

O primeiro passo é o esvaziamento da caixa. Para isso, deve-se fechar o registro. Caso não tenha, amarre firmemente a bóia da caixa e a deixe levantada, de modo que não vaze mais água. Esvazie a caixa, e procure não desperdiçar esta água – programe-se antes e utilize a água para algum fim, como tomar banho ou lavar louças. Após a caixa seca, tampe a saída da água com um pano enrolado ou material plástica enrolada. Devido ao acúmulo de resíduos no fundo, proveniente da poeira acumulada, este processo é importante para que se evite que este resíduo entre no encanamento e cause um entupimento.

Com a caixa d’água vazia, esfregue toda a superfície interna. O instrumento para esfregar depende do material da caixa. Esponjas e panos são mais indicados para caixas d’água plásticas, enquanto caixas de concreto exigem uma limpeza com escovas, e até mesmo uma vassoura. É importante ressaltar que não se deve utilizar produtos químicos para a limpeza, como sabão em pó ou desinfetantes. Estes podem ser de difícil remoção, contaminam a caixa e, consequentemente, a água.

Retire a sujeira com o auxílio de uma pá, um pano de chão e um balde. Se preferir, deixe entrar um pouco de água para facilitar o processo.

Em seguida, deixe escorrer um pouco de água na caixa (cerca de 20 centímetros) e adicione dois litros de água sanitária. Molhe as paredes de modo que toda a superfície interna da caixa seja esterilizada. Deixe agir por cerca de duas horas. Verifique a cada meia hora se a superfície das paredes estão molhadas, caso estejam, repita a aplicação. Após a esterilização, deixe encher a caixa e utilize esta água para lavar o quintal ou banheiros.

Outra dica é anote na caixa o dia em que a limpeza foi executada, para que exista um controle na periodicidade das limpezas.

Tipos de Esgoto

Basta abrir uma torneira para iniciar o processo de formação ou abastecimento das redes de esgotos. Elas são resultado da utilização de água de qualquer origem. Seja no banho, no vaso sanitário, pias ou tanques, toda água utilizada acaba indo para os encanamentos. Qualquer problema relacionado consulte uma empresa Desentupidora.

Há diversos tipos de esgotos:

- Doméstico: produzido nas residências com lavagem de roupas, utensílios de cozinha, banhos e descargas;

- Pluvial: resultado das águas das chuvas;

- Industrial: basicamente é o esgoto produzido em empresas, lavanderias, shoppings, indústrias e fábricas. Contém uma química diferente da encontrada no esgoto residencial.

Para cada um, há um tratamento diversificado, para que a água seja limpa e possa ser reutilizada para diversos fins. Essa limpeza é importante para o meio ambiente e também para a saúde humana, pois evita a proliferação de doenças.

Mais um despejo forma o esgoto

Além dessas três classificações, o esgoto também é formado por água de infiltração, como a água dos lençóis freáticos, que podem penetrar nas tubulações e chegar às Estações de tratamento.

Para onde o esgoto vai

Após passar pelo ralo, a água utilizada passa por canos e tubos e cai em uma caixa de concreto. Daí, ela segue para as ruas, onde encontra tubos maiores, até chegar a outras tubulações enormes, chamadas de coletor-tronco ou interceptor. Essas tubulações levam a água a uma estação de tratamento.

Lá, ela é tratada. Parte pode voltar para ser reutilizada e outra parte é lançada nos rios, lagos ou no mar.

Há locais, porém, onde não há essa tubulação e a água utilizada acaba indo para esgotos ao ar livre ou fossas. A sujeira pode atrair ratos e baratas, além de bactérias, trazendo à população o aumento de doenças sérias, como verminoses, cólera e hepatite.

A solução é entrar em contato com a Sabesp para enviar esses esgotos aos Postos de Recebimentos de Efluentes, via caminhão.

As estações de tratamento

Dependendo do tipo (doméstico, pluvial ou industrial), o esgoto é direcionado a uma estação de tratamento específica, com substâncias próprias para tratar cada “material”.
Ele pode ir por meio das tubulações das companhias de saneamento básico, como a Sabesp, ou através da coleta particular e do transporte, realizados pelas empresas desentupidoras. O ato tem se tornado bastante comum e cresce bastante com o aumento da preocupação em manter o meio ambiente limpo e conservado, principalmente entre as indústrias.

Após a limpeza da água, ela volta para o meio ambiente ou vira água de reuso, não potável, mas muito útil.

É importante ressaltar que a coleta e o tratamento do esgoto reflete diretamente na saúde da população e em toda economia de uma cidade.

A coleta e o tratamento do esgoto tem impacto direto na saúde da população. Em lugares onde a coleta e o tratamento do esgoto são inexistentes, as pessoas sofrem mais com doenças, principalmente as diarreias. As crianças, por sua vez, são as que mais sofrem com essa situação.

A importância da água de reuso

Água de reuso é aquela produzida nas Estações de Tratamento de Esgoto. Ela é segura e deve seguir o sistema de gestão ISSO 9001:2008.

Não é potável – nem ideal para tomar banho ou consumir –, mas pode ser bastante utilizada, principalmente em empresas, para geração de energia, refrigeração de equipamentos, limpeza de ruas, pisos, superfícies e paredes.

Há diversos benefícios para quem reutiliza água. Em São Paulo, a Sabesp oferece um pacote diferenciado de serviços a empresas que procuram utilizar melhor seus recursos hídricos. Porém, a Sabesp não possui caminhões de transporte dessa água – isso deve ficar a cargo das empresas.

Mas, não é apenas uma questão econômica. Reaproveitar água e evitar seu desperdício deve estar na cultura das empresas modernas, assim como o uso sustentável de diversos materiais, a reciclagem do lixo e a economia de energia.

Para se ter ideia, para cada litro utilizado de água de reuso, a mesma quantidade de água das mananciais é preservado! É uma maneira inteligente de se preservar a água potável, fonte de vida para todos os seres vivos do planeta.

Onde usar água “reciclada”

- Lavagem de pisos e galerias;

- Assentamento de poeira em obras;

- Preparação de concreto em canteiros de obra;

- Estabelecer umidade em compactação e solos;

- Desobstrução de rede de esgotos;

- Combater incêndios;

- Gerar energia;

- Refrigerar equipamentos;

Onde não usar água “reciclada”

- Consumo (ingestão);

- Irrigação de hortas;

- Lavagem de alimentos;

- Banho;

- Piscinas;

- Lava-rápidos (apenas se avaliada e aprovada pela Sabesp)